quarta-feira, 22 de agosto de 2012

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Estava um bom tempo sumida, mas não por falta de assunto.
Pelo contrário, muita coisa aconteceu.

Meu maravilhoso bebêzinho agora é um menininho, com quase dois anos e meio. Sapeca, bagunceiro, inteligente, cantor (rs), ...

Já estou no segundo ano de Pedagogia, com notas ótimas e adorando o curso.
Também estou fazendo o TCC (finalmente) de Sistemas de Informação, com um projeto bem legal, espero que ajude muitas crianças com necessidades educativas especiais.

Trabalhei um semestre num berçário para adiquirir experiência e adorei!
O meu filho vai a essa escola que trabalhei, por dois motivos: o primeiro é que ele tem algumas dificuldades sociais por ser uma criança de altas habilidades e o outro para brincar. Criança precisa de espaço.

Ele continua sendo educado em casa. Artes, Inglês, Matemática, Alfabetização, Música, ..., ele aprende um pouco de cada coisa, dependendo do ritmo dele e da vontade. Nada é imposto.

Aproveito sempre o contexto do momento para ensinar.

Já conhece as formas (acreditem, ele reconhece o pentágono, hexagono) associando as coisas que vê com as formas iguais, como a pizza é um círculo. Muito fofo! Conhece as cores, diferenciando as claras das escuras. Todas as letras, números e algumas palavras. Já conta os objetos, sai contando tudo pela frente. Tem noção de tamanho e desenha círculos grandes ou pequenos quando solicitado. Tem uma memória muito boa.

E canta muito!!! Brinca o dia todo. Conversa com os carrinhos. Usa o computador e o tablet. Já coloca os videos preferidos para funcionar. E acreditem, achou coisas no tablet que eu nem sabia que existiam!

Eu e o pai dele damos muito amor e atenção. Não deixamos que a escola o eduque sozinha. A função da escola para nós é o espaço físico e os amiguinhos. Mas só nessa primeira fase, onde o social está sendo formado.

A escola não é individualizada e não entende as necessidades do meu filho. Ele já demonstra que fica entediado com algumas atividades que são dirigidas demais ou básicas demais. Ele é muito curioso, aprende tudo muito muito rápido e acaba não interagindo com os colegas.